O chá pode ser a saída ou uma dica para quem tem medo de dor de dente ou sofre de mau hálito. É o que indica um estudo preparado pelo microbiologista americano Milton Schiffenbauer, da Universidade Independente Pace, dos Estados Unidos. Segundo ele, substâncias presentes no chá destroem vírus e bactérias que causam infecções na garganta e problemas dentários como cáries. A descoberta pode abrir caminho para adicionar elementos do chá em pastas de dente e enxaguadores bucais. Schiffenbauer afirma que o chá verde é o que tem o melhor desempenho no combate aos microorganismos nocivos à higiene bucal. Em geral, a eficiência é maior entre os tipos que contêm cafeína, como o chá preto, considerado a mais popular bebida do planeta.
Outro estudo, realizado por cientistas da Universidade de Illinois, concluiu que a ação contra o mau hálito do chá se deve à presença na bebida de elementos conhecidos como polifenóis.
Testes em laboratórios mostraram que os polifenóis reduzem o ritmo de desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Mas, dentistas alertam que o fato de tomar bastante chá não significa que as pessoas podem relaxar em sua higiene bucal. “Não se deve parar de limpar os dentes com o creme dental convencional, pelo menos, até que haja mais informações a respeito dos benefícios do chá”, diz Ian Douglas, da Escola de Medicina da U. de Sheffield, na Grã-Bretanha.
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O que é o mau hálito, mal halito (halitose)?
O mau hálito, mal halito (halitose) é a liberação de odores desagradáveis provenientes da boca ou da respiração. Na maioria das vezes o mau hálito é não é um problema de saúde, mas sim uma alteração fisiológica que muda o odor do hálito. Estiva-se que mais de 30% da população brasileira sofra de forma crônica desse problema, porém ao acordar quase todos temos mau hálito. A halitose pode tornar-se um problema desagradável que dificulta as relações pessoais.
Quais são as causas do mau hálito?
Há mais de 50 causas possíveis para o mau hálito, ou halitose. O mau hálito pode ser conseqüência da alimentação, jejum prolongado, má higiene oral, baixo fluxo salivar. Alguns problemas de saúde como prisão de ventre, problemas renais ou hepáticos e diabetes podem acarretar o mau hálito. Outra causa é a saburra lingual, a qual é uma massa bacteriana que pode produzir odor ruim.
Como evitar o mau hálito?
Em primeiro lugar mantenha uma boa higiene bucal ao escovar seus dentes com freqüência, principalmente após as refeições. Também use fio dental entre os dentes, bocheche e gargareje para lavar a língua. Isso ajuda a evitar as bactérias que são a principal causa do mau hálito.
Outras providências são beber bastante água, ter dieta balanceada com alimentos fibrosos e evitar ficar muito tempo em jejum. Também evite o consumo em excesso de alimentos com odor carregado, como alho e cebola.
Há tratamento ou cura para acabar o mau hálito?
Sim, se você sofre de mau hálito crônico há profissionais especializados que podem solucionar o problema. Procure informar-se com seu odontologista que poderá lhe indicar uma clínica especializada no tratamento da halitose.
Via: Copacabanarunners

Originário da Bolívia, a Quinoa é um grão com alto teor nutritivo. Com sabor leve, semelhante a soja esse pequeno alimento é rico em proteína de alta qualidade, baixo teor de colesterol, além da grande quantidade de vitaminas, minerais e fibras.
Outra vantagem encontrada é o fato de não conter glúten em sua composição, o que possibilita as pessoas com doença celíaca (intolerância ao glúten) poderem desfrutar deste alimento. Em cada grão é encontrado 20 aminoácidos diferentes, entre eles a lisina, aminoácido que ajuda a fortalecer a imunidade e a capacidade da memória.
Fonte de Saúde
Estudos afirmam que valor protéico da quinoa só pode ser comparado ao do leite materno, deixando para trás alimentos como carne, ovos ou peixe. Riquíssimo em substâncias relacionadas ao desenvolvimento da inteligência, rapidez de reflexos e funções como memória e aprendizado.
Como consumi-los (Receita)?
Você pode aproveitar toda parte desse alimento. As folhas podem ser refogadas, como fazemos a couve-manteiga ou espinafre. Os botões das flores podem ser consumidos como brócolis e os grãos, forma mais fácil de consegui-los, podem ser cozidos como arroz, temperados como salada ou utilizados no preparo de sopas. A farinha pode ser utilizada para preparar mingaus, pães, pudins, massa para panqueca ou biscoitos. Basta ter criatividade para aproveitar as diversas formas de se preparas este alimento.
Onde encontrar e comprar?
Você encontra a quinoa em grãos, farinha e flocos e está disponível em lojas de produtos naturais e em alguns supermercados.
Via: VilaEquilibrio
Vaginismo: O que é, sintomas, tratamento e cura
Muitas mulheres não sabem, mas os incômodos e dores que sentem durante na vagina durante as relações sexuais podem ter um nome e explicação: vaginismo.
O distúrbio é caracterizado pela contração involuntária dos músculos da vagina, que impede qualquer tipo de introdução no órgão sexual feminino. Ou seja, a mulher não consegue ter relações sexuais, se tocar internamente e ser consultada por um ginecologista. Absorventes internos também estão fora de cogitação.
Essa situação incomoda as vítimas e seus parceiros, pois o sexo nunca consegue ser consumado pelo casal. “Não é pelo desejo da paciente. Ela tem libido e desejo, mas durante a penetração ocorre a contração dos músculos da vagina. Tanto na penetração do pênis quanto no exame ginecológico, a mulher com vaginismo tem muita dor”, explica a ginecologista Paola Fasano, de São Paulo.
Para esclarecer o assunto, os psicólogos e psicoterapeutas sexuais Fátima Protti e Oswaldo M. Rodrigues Jr. lançaram o livro “Vaginismo, quem cala nem sempre consente”, pela Editora 24×7. A idéia de escrever sobre o distúrbio surgiu devido à falta de obras que abordem o tema. “A primeira motivação de escrevermos o livro foi a falta de bibliografia e estudos em português. A segunda foi produzirmos um grupo de atendimento que nos auxiliasse a reorganizar as técnicas psicológicas que normalmente usamos em psicoterapia individual de mulheres com queixas de vaginismo”, diz Oswaldo M. Rodrigues Jr, um dos autores da obra e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade.
De acordo com o psicoterapeuta, esse problema sexual atinge de 2 a 6% das mulheres. “Esses dados foram de pesquisas com grupos diferentes em países diferentes. De toda a maneira, mesmo usando as estatísticas mais baixas o número absoluto de mulheres com vaginismo na grande São Paulo, por exemplo, alcançaria muitas dezenas de milhares. Este é um número muito expressivo que ainda não tem como ser tratado em serviços públicos, nem existem profissionais que atuem especificamente com esse problema em clínicas particulares, a ponto de dar conta desta demanda deprimida”, afirma.
A bancária Milena Cardoso* faz parte dessa porcentagem de mulheres vítimas de vaginismo. Quando tentava ter relações com seu ex-namorado, ela sentia muita dor e achava que o problema estava em seu relacionamento. “Por mais relaxada que eu estivesse, não conseguia fazer sexo. Aquilo me incomodava demais. Pensei que na verdade não o amava, então, não conseguia fazer sexo, por mais vontade que tivesse”, declara.
Milena conta ainda que o ex-companheiro chegava a forçar uma penetração, aumentando sua dor. “Nós chegamos a ter algumas relações, mas todas com muita dor. Lá pela terceira vez, não consegui mais. Daí eu não agüentei e terminei o relacionamento”, diz.
A bancária só decidiu procurar um especialista após o problema persistir com seu novo namorado. “Fui ao ginecologista e expliquei tudo. Ele tentou me examinar para ver se tinha algum problema interno e não conseguiu. Pedia para eu relaxar e nada. Até que ele falou que aquilo se chamava vaginismo e me indicou um terapeuta sexual”, lembra Milena.
Na terapia, ela descobriu que a causa da contração era inconsciente. Por ter tido uma educação repressora, sem perceber a bancária não conseguia relaxar totalmente durante o ato sexual. “Era algo involuntário, nem eu sabia disso. Comecei a conversar bastante com a terapeuta e com meu namorado e fiz uns exercícios com o ginecologista. As coisas estão melhorando”, garante Milena Cardoso.
Segundo a ginecologista Paola Fasano, “tem que conversar muito com as mulheres, descobrir onde está a causa disso. A maioria é psicológica e involuntária”. O psicoterapeuta Oswaldo M. Rodrigues Jr. completa que todo tratamento deve ser feito com psicoterapia focada na sexualidade, por meio de técnicas comportamentais. “Não existem medicações, nem cremes que produzam efeitos, sequer passageiros, para tratar este problema. A psicoterapia deve ser feita por um psicólogo que conheça e saiba aplicar estas técnicas. De preferência, o marido ou parceiro da paciente deve estar junto nas sessões semanais, que têm duração de 50 minutos”, indica. O tratamento dura, em média, de seis meses a um ano. Tudo depende da evolução da paciente.
Além da terapia, também são recomendados exercícios para que a penetração ocorra aos poucos. “Tem que dar uma orientação para a mulher se conhecer. Penetrar objetos, dedos, para que ela mesma consiga vencer isso. O parceiro também pode ajudar, fazendo uma penetração progressiva, tentar cada vez mais um pouquinho. Se necessário, utilizar gel”, acrescenta Paola. “Mas tudo com o acompanhamento psicológico”, reforça ela.
A falta de conhecimento a respeito do vaginismo faz com que muitas mulheres procurem um especialista só após o casamento, quando pretendem ter filhos. Antes disso, elas tentam evitar as relações sexuais incômodas e doloridas.
Porém, o problema tem solução. Vale a pena procurar um especialista para resolver esse distúrbio. Afinal, ele afeta tanto a vida sexual quanto a saúde da mulher, já que impossibilita até a realização de exames ginecológicos.
Ana Gissoni
Agência MBpress
Artigo públicado no site Dieta.Cyberdiet
Se você quer diminuir as chances de câncer e diabete, perder barriga, manter o peso, varrer o excesso de colesterol, evitar inflamações pelos vasos e, de quebra, perder a famigerada barriga, a dica mais quente dos experts em nutrição é uma só.
Aveia, milho, trigo, arroz, centeio e cevada esse é um grupo de cascas-grossas. Tachá-los assim não é nenhuma ofensa. Por serem duros na quebra, seus invólucros protegem nutrientes e outras substâncias cada vez mais valorizadas pelos estudiosos da dieta como ferramenta de prevenção. Por isso, a tendência é incluí-los em todas as refeições do dia, conta a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso. Antes, o consumo dos cereais integrais era mais associado ao café-da-manhã.
Um grupo de pesquisadores da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, deu mais um bom motivo para isso: comer integrais ajuda a reduzir a barriga. E a questão aqui vai além da estética. A gordura abdominal deve ser eliminada porque é o estopim de problemas fatais, como o infarto, sentencia Heather Katcher, líder do trabalho. Cientistas gregos da Universidade Harokopio já encontraram uma pista de por que os integrais encolhem a cintura. Por meio de exames, notaram que seus consumidores fiéis têm níveis mais equilibrados de adiponectina, uma substância que age nas células gordas do abdômen, fazendo-as murchar.
Muito antes de se descobrir que encher o cardápio de itens integrais ajudaria a afastar ameaças graves, como os tumores, eles já eram recomendados para acabar com a prisão de ventre, por serem imbatíveis em matéria de fibras. Elas, afinal, formam um bolo dentro do intestino, que pressiona suas paredes e contribui para suas contrações, descreve a nutricionista Samantha Macedo, da Equilibrium Consultoria em Nutrição, que fica em São Paulo. Mas, aí, é fundamental que esses cereais sejam ingeridos acompanhados de bons goles de água ou de outras bebidas. Sem líquidos, o resultado é o inverso. As fibras ficam malparadas ali dentro, atrapalhando o trânsito de vez.
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