Beleza Feminina

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Ele desintoxica, desincha, acelera o metabolismo e queima gordura. O chá mais falado do momento tem ainda outros poderes a favor da saúde e contra o excesso de peso. Descubra, então, como colocá-lo no seu dia-a-dia. Melhor: combine-o com um cardápio leve para acabar com as gorduras rapidamente.

Dieta do chá verde

cha verdeO sabor é amargo, mas logo você vai descobrir que o sacrifício de beber algumas xícaras de chá verde todos os dias vale a pena. Só para começar a lista de benefícios: ajuda a secar gordurinhas. É sério! Essa bebida milenar (e tão na moda atualmente) tem o poder de emagrecer. E existe comprovação científica. Uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, conceituada revista da Sociedade Americana de Nutrição, acompanhou dois grupos de gordinhos. Os dois seguiram um cardápio de baixa caloria. Mas só o primeiro bebeu de seis a oito xícaras de chá verde por dia. No final do estudo, esses pacientes queimaram 4% a mais de gordura que o grupo que passou longe do chá. A explicação é que a bebida tem ação lipolítica. Não só isso: “O chá verde acelera o metabolismo, desintoxica e facilita a digestão”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, especializada em fitoterapia e colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. Mas não vale dar um ou dois golinhos – você tem de se comprometer a, diariamante, tomar pelo menos cinco xícaras. Siga ainda o cardápio (veja a seguir) criado pela nutricionista Simony Gaboardi, da Clínica Vanderlí Marchiori, em São Paulo. A combinação chá verde + dieta faz você emagrecer até 5 quilos em 15 dias!

Outros poderes

Emagrecer é apenas uma das vantagens do chá verde. Estudos feitos em importantes centros de pesquisa dos Estados Unidos e da Europa mostraram que também faz bem para a pele. Extraído da planta Camellia sinensis, tem altas concentrações de antioxidantes, considerados até mais potentes que os carotenos e as vitaminas C e E, substâncias que atuam contra as rugas precoces. Outra pesquisa, desta vez realizada na Universidade de Tohoku, no Japão, e publicada recentemente no The Journal of the American Medical Association (Jama), mostrou que a erva é eficaz na prevenção de doenças do coração. Seus compostos reforçam as artérias, diminuem as taxas de colesterol ruim e bloqueiam o acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos. O consumo habitual também previne inflamações na gengiva e até tumores malignos de boca e mama. “Substâncias como as catequinas e os bioflavonóides são capazes de impedir alterações no DNA das células, o primeiro passo para o desenvolvimento de um câncer”, diz Vanderlí. Um teste de laboratório apontou mais um efeito positivo do chá verde: melhora a memória. Mas os estudos para comprovar mais esse efeito estão só no começo.

O jeito certo de fazer o chá verde

É muito fácil preparar o chá verde, mas há alguns segredinhos importantes para você preservar os princípios ativos da erva. Vamos lá: Coloque a água para ferver e assim que surgirem as primeiras bolhas de ar (antes de começar para valer o processo de ebulição), apague o fogo. Acrescente a erva (o ideal são 2 colheres de sopa para 1 litro de água, mas comece com apenas 1 colher, pelo menos até você se acostumar com o sabor do chá) e abafe por 2 ou 3 minutos. Depois é só coar e tomar.

Gostinho bom

Dá, sim, para deixar o chá verde mais gostoso. Você pode combiná-lo com cidreira, hortelã, erva-doce, casca de frutas (abacaxi ou manga) ou maçã seca para suavizar o sabor amargo, sem interferir nos efeitos terapêuticos da Camellia sinensis. Faça assim: ferva 1 litro de água com 1 pedaço médio de casca de abacaxi ou 1 punhado de folhas de cidreira, por exemplo. Desligue o fogo e acrescente o chá verde. Abafe por 2 ou 3 minutos e coe.

Via: Boa Forma


Dieta do K ou calorias inteligentes

A dieta das calorias inteligentes, difundida no livro de mesmo nome, foi elaborada por especialistas em nutrição e colocada em prática com resultados concretos no Hospital das Clínicas de São Paulo.

Nessa dieta os alimentos recebem quantidade de K, que significa caloria inteligente. A quantidade de K dos alimentos leva em conta, além da quantidade de calorias, seu conteúdo nutricional, índice glicêmico, quantidade de gorduras saturadas e teores de açúcar e de sódio. O índice glicêmico é uma medida que indica a velocidade na qual os carboidratos dos alimentos são digeridos e elevam a quantidade de açúcar no sangue. Assim, os alimentos com índice glicêmico mais baixo prolongariam a sensação de saciedade e ajudariam a emagrecer.

Ao levar em conta diversos fatores para atribuir quantidade de K para cada alimento, a dieta das calorias inteligentes adota uma abordagem mais completa que outros sistemas de pontos que levam em consideração apenas a quantidade de calorias.

De acordo com a quantidade de K, os alimentos são classificados, em uma analogia ao sinal de trânsito, na tabela verde, amarela ou vermelha. Os alimentos da tabela verde podem ser comidos à vontade, pois tem poucas calorias, são quase livres de gordura e possuem índice glicêmico baixo. Os da tabela vermelha devem ser evitados e ingeridos em bem poucas quantidades, pois têm índice glicêmico alto, além de grande quantidade de gorduras e calorias. Já os alimentos da tabela amarela devem ser ingeridos com moderação, pois têm um nível intermediário de calorias, gorduras e índice glicêmico. Os alimentos da tabela verde englobam principalmente frutas, verduras e legumes.

A dieta das calorias inteligentes não visa apenas o emagrecimento, mas também a manutenção da saúde. Desta forma, o teor de sódio dos alimentos também é levado em conta. A ingestão excessiva de sódio pode causar danos à saúde, como hipertensão e doenças cardiovasculares.

Com relação às gorduras, a dieta das calorias inteligentes tem abordagens diferentes para os seus tipos. As gorduras trans são muito danosas ao organismo e por isso são classificadas como “vermelhas”. As gorduras saturadas, que podem elevar a quantidade de colesterol ruim (LDL) devem ter sua ingestão limitada (amarela). Já as gorduras insaturadas são “verdes”, pois trazem benefícios à saúde aumentando a quantidade de colesterol bom (HDL).

Fonte: Copacabanarunners


dieta atkinsAcabo de fazer um post sobre a dieta ortomolecular, mas a dieta que está mesmo dando o que falar é a dieta de Atkins, sucesso no mundo todo o livro australiano The CSIRO Total Well-Being Diet (A dieta do bem-estar total) desbancou até Harry Potter.

A dieta do Dr. Atkins ganhou muita popularidade e causou muita polêmica no final dos anos 90. A teoria proposta pelo Dr. Atkins é que, a principal fonte de energia para o corpo são os carboidratos. Reduzindo a ingestão de carboidratos, o corpo precisa procurar outra fonte de energia, e no caso, o corpo queimaria gordura, processo conhecido por cetose. O Dr. Atkins também afirma que os carboidratos favorecem a produção de insulina e ela seria responsável em converter o excesso de carboidratos em gordura.

Qual a quantidade de carboidratos ingerida numa dieta normal?

Os níveis normais de carboidratos em uma dieta normal é de aproximadamente 200 gramas por dia.

O programa da dieta do Dr. Atkins possui 4 fases:

Indução

Dura em torno de 2 semanas e tem o objetivo de forçar o corpo a entrar no processo de cetose rapidamente, limitando o consumo de carboidratos a 20 gramas por dia. Nessa fase é onde ocorre a maior perda de peso (3 a 4 kg). Nessa fase estão liberados carnes, queijos e outros produtos ricos em gordura enquanto apenas os vegetais com baixo teor de carboidratos são permitidos, como brócolis, tomate e alface, mesmo assim limitados a 3 porções pequenas por dia.

Perda de Peso Contínua

Nessa fase, a ingestão de carboidratos pode ser aumentada em 5 gramas por dia e dura até que o peso esteja em torno de 5 kg acima do desejado. O objetivo dessa fase é determinar qual a quantidade de carboidratos máxima que faz com que você perca peso.

Pré Manutenção

A ingestão de carboidratos é aumentada até que se determine a quantidade que faça com que a pessoa não ganhe peso.

Manutenção

Fase que incentiva a pessoa a manter os hábitos alimentares das fases anteriores e dura pelo resto da vida, com possibilidade de voltar às fases anteriores caso necessário.

Via: Dietaesaude

Dieta Ortomolecular

Posted on: 24, Jul


dietaEmagrecer aqueles quilinhos que tanto lhe incomodam pode significar muito mais do que uma simples dieta como tantas outras. Além de ajudar a eliminar gordura do corpo, a medicina ortomolecular colabora ainda com uma reeducação alimentar e promoção de saúde. “O tratamento tem como objetivo prevenir doenças e, mais do que isso, a busca pela promoção de saúde e qualidade de vida”, comenta o médico Cyro Masci.

Foi o que aconteceu com a estudante Larissa Schreiber de Azevedo, 15 anos. Em nove meses de tratamento ortomolecular, ela perdeu 20kg e conseguiu evitar dores nos joelhos. “Meu médico me disse que minhas dores no joelho vinham de meu sobrepeso, portanto, eu tenho que continuar magra para evitar cirurgias”, conta.

Além de emagrecer, a estudante comenta ainda que percebeu uma melhora no fôlego e na disposição para o dia-a-dia. “Para mim, dieta ortomolecular é um tratamento, porque obesidade, na minha opinião, é uma doença que não quero mais nem passar perto”, conta.

Segundo o médico Cyro Masci, o tratamento ortomolecular ajuda a emagrecer por estimular a mudança do hábito alimentar de maneira definitiva. “Melhora-se a absorção do intestino e perde-se o hábito da compulsão por açúcar. Mas, para isso, é fundamental que o indivíduo queira e se dedique a essas mudanças”, explica.

Além de melhorar o equilíbrio químico do organismo, o tratamento ortomolecular tem ainda função preventiva, promotora de saúde e bem-estar da pessoa. “Ajuda-se a evitar doenças, além de dar mais ânimo e disposição à pessoa. Isso somente equilibrando corretamente o organismo”, comenta o médico.

Efeitos da dieta ortomolecular
Segundo a terapeuta ortomolecular Cristina Maria Carrasco, é possível que os efeitos do tratamento sejam sentidos logo na primeira semana. “Muita gente chega a perder até 2kg já nos primeiros sete dias. No primeiro mês, os resultados são, de no mínimo 30%”, comenta. Ela afirma ainda que a perda de peso é maior no metabolismo masculino.

Entretanto, para bons resultados, é fundamental que a pessoa seja dedicada e siga de corretamente o tratamento proposto. “A dedicação corresponde a 50% do sucesso final”, comenta Cristina.

O que pode melhorar com a dieta ortomolecular
- Qualidade da pele
- Funcionamento de órgãos internos
- Cabelo e unha
- Celulite
- Estresse, cansaço e ânimo
- Qualidade de vida

Serviço:
Cristina Maria Carrasco - Terapeuta Ortomolecular
www.terapiaortomolecular.net

Cyro Masci - Psiquiatra e Terapeuta Ortomolecular
www.masci.com.br

Via: Saude.Terra